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MEMÓRIAS DO BATERISTA CANHOTO / Romir Andrade

O chamamento para a música ocorreu por volta dos 15 anos. O apelo para os tambores fez com que procurasse tirar som das panelas, da escrivaninha da sala de aula da escola, de um pequeno tamborete de couro de jogar peteca na praia (precursor do frescobol) e de um bongô. Ao chegar à bateria, por volta dos 18 anos, começaram os problemas: canhoto, tinha que tocar com os tambores e pratos em posições invertidas; não havia método de bateria para canhotos! O jeito foi criar um modo de tocar fora do comum que determinou um estilo próprio e o ajudou, como baterista da banda The Angels, a participar de mais de 130 faixas de gravações, entre elas as 40 faixas com que Roberto Carlos deflagrou o movimento da Jovem Guarda. Esta é a história que é contada neste livro.


Romir Pereira de Andrade - Arquiteto, engenheiro de segurança do trabalho e músico.


Serviço:


Memórias do Baterista Canhoto

The Angels, The Youngsters e a Jovem Guarda

Romir Andrade

Scortecci Editora

História

ISBN 978-85-366-4571-1

Formato 14 x 21 cm

120 páginas

2ª edição - 2026

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O SONHO DE JULIETA / Priscila Siqueira

Um centenário! No dia 6 de junho de 1926 aconteceu a primeira reunião da Irmandade da Santa Casa Coração de Jesus, que pretendia construir um hospital, cuja razão de ser era atender não somente a população de São Sebastião, mas de todo o Litoral Norte de São Paulo. Um sonho que se tornou realidade. Um sonho de uma mulher visionária, corajosa, guerreira, Julieta Maria do Rego, e de todos os que acreditaram nela. Há 64 anos o Hospital de Clínicas de São Sebastião continua atendendo não só o povo caiçara, mas todas as pessoas que dele precisam.


“MEDICINA LUTA CONTRA A FOME PARA O LITORAL VIVER”. Esse é o título do artigo que o jornal da capital escreveu sobre o Hospital de Clínicas de São Sebastião, nos primórdios de seu funcionamento.Os tempos mudaram. O Litoral Norte Paulista, que era tão pobre no início dos anos sessenta, cresceu economicamente com o turismo e a Petrobras, que se instalou na região. Há mais de sessenta anos atendendo a população dessa orla marítima, o Hospital de Clínicas de São Sebastião é o resultado do sonho de uma mulher: Julieta Maria do Rego. Essa mulher corajosa conseguiu convencer seus amigos e parentes a investirem numa instituição religiosa que seria responsável pela construção e funcionamento de um hospital. Na época, parecia um sonho irrealizável! Mas a coragem e tenacidade dessa mulher fizeram com que ela, na sua velhice, presenciasse a inauguração do hospital em 1962. Até hoje, tantos anos depois, o Hospital de Clínicas de São Sebastião continua a atender a população local, os turistas e quem dele precisar. A conclusão de tal experiência é que vale a pena sonhar!

Gloriete Gasparetto - Jornalista


Serviço:


O Sonho de Julieta

Uma História da Irmandade da Santa Casa Coração de Jesus do Hospital de Clínicas de São Sebastião

Priscila Siqueira

Scortecci Editora

História

ISBN 978-85-366-7385-1

Formato 14 x 21 cm 

132 páginas

1ª edição - 2026

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ANTONIO, O PEREGRINO DO AMOR / Alexandre Sammogini

 

A publicação do livro Antonio, o Peregrino do Amor, contemplado com a Lei Paulo Gustavo da cidade de Tobias Barreto, no estado do Sergipe, é mais um exemplo, em uma enorme lista, de produções culturais contempladas a partir dessa importante lei. A obra resgata a trajetória de Antônio Vicente Mendes Maciel, o Conselheiro, uma figura central da resistência sertaneja e da utopia social do Arraial de Canudos, a partir dos relatos de pessoas comuns. Assim, não se restringe à narrativa histórica tradicional, mas valoriza a memória popular, entrevistando moradores de Sergipe e do norte da Bahia, onde o Conselheiro viveu por mais de 20 anos antes de fundar Canudos. Percorrendo os mesmos caminhos do Conselheiro, o autor Alexandre Sammogini se debruça nos relatos míticos e simbólicos que mostram como sua figura permanece viva no imaginário local. O livro destaca ainda a inspiração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na figura do Conselheiro. Durante sua prisão em Curitiba (2018-2019), Lula estudou a vida e obra do beato, orientado pelo jornalista Mauro Lopes e pelo professor Pedro Vasconcellos. O presidente reconhece no Conselheiro um símbolo de resistência, solidariedade e luta por justiça social, inspirando-se em sua trajetória para fortalecer sua própria atuação política e social.

Margareth Menezes - Ministra da Cultura - (Trecho do prefácio)


“Não imagines que estás encadeado a este tempo e a este espaço.”

(Silo)


Em 2021 saí de São Paulo para me mudar para Sergipe. Senti um chamado para desenvolver projetos da Mensagem de Silo, a corrente espiritual e social de que faço parte. Lá ajudei a construir a Sala Sergipe, um espaço de reflexão e meditação voltado para a participação de pessoas e comunidades da região. Quando fiquei sabendo que Antonio Conselheiro havia vivido por mais de 20 anos na região, isso me atraiu com força e entusiasmo. Comecei a sentir uma forte ressonância entre o que ia descobrindo de sua história do passado com as ações que ia desenvolvendo no presente. Comecei a sentir aquele amor e compaixão que ele sentia por todas as pessoas que sofriam com a vida miserável, com o abandono, com a falta de oportunidades. Sem dúvida, era uma pessoa inspirada que se guiava pelo amor e afeto profundos pelo ser humano, tomando a força do contato com o Sagrado. Ele foi se convertendo em um modelo de vida, em um verdadeiro Guia Interno, conforme nos ensina Silo, para ajudar a orientar nossas ações no mundo.

Alexandre Sammogini


Alexandre Sammogini participa atualmente da corrente espiritual A Mensagem de Silo e trabalha para irradiar seus princípios e práticas em vários estados do Brasil. Reside desde meados de 2021 em Tobias Barreto, na divisa de Sergipe com o norte da Bahia. Jornalista formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP, atua como autônomo e escreve para sites e blogs especializados. 

Silo é um guia espiritual que nasceu e viveu em Mendoza, Argentina, entre 1938 e 2010. Em 1969, realizou sua palestra pública inaugural, que ficou conhecida como “A Cura do Sofrimento”, aos pés do Aconcágua, na Cordilheira dos Andes. Em 2002, lançou A Mensagem de Silo, que continua irradiando pelo mundo e inspirando inúmeras pessoas que buscam a superação do sofrimento em si mesmas e na sociedade humana. Em seu livro A Paisagem Interna, fala sobre os mecanismos dos Modelos de Vida e do Guia Interno.


Serviço:


Antonio, O Peregrino do Amor

A Saga do Conselheiro Revivida Por um Mensageiro de Silo

Alexandre Sammogini

Scortecci Editora

História

ISBN 978-85-366-7288-5

Formato 14 x 21 cm

152 páginas

1ª edição - 2026

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FRAGMENTOS DA HISTÓRIA DO BRASIL / Manoel Messias Pereira Bastos


O texto fala da história de algumas tribos indígenas brasileiras, bem como a sua contribuição para a formação da civilização nacional. Descreve também o tráfico negreiro da África para o Brasil, bem como algumas de suas consequências, entre elas a formação dos quilombos. No final, o autor termina com comentários sobre a etnologia. Durante a guerra contra os holandeses, é formado o Exército regular, instituição permanente com base na hierarquia e na disciplina. São formadas também três forças auxiliares: o terço dos homens índios, o terço dos homens pretos e o terço dos homens pardos. Algumas décadas depois do fim da guerra, o terço dos homens índios é desmobilizado e seus integrantes são assentados em todo território nacional (à direita da linha de Tordesilhas). Os homens do Exército e das forças auxiliares fundam três comunidades religiosas: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pardos. Em 2 de julho de 1823, as forças auxiliares são extintas e seus membros são unificados e integrados ao Exército como Batalhão dos Negros. Essa integração ocorreu apenas no Exército. Na sociedade como um todo, o preto e o pardo continuaram separados até o final da Segunda Guerra, quando os moradores dos mucambos dos pretos receberam autorização para circular pelas cidades. Em fevereiro de 1967, todos os brasileiros, independente da cor e de qualquer autorização, puderam enfim circular livremente por todo o território brasileiro.

Significados em tupi de algumas localidades brasileiras. A formação étnica das populações brasileiras. Alguns aspectos da história geral do Brasil.

Para escrever esta obra, o autor se inspirou em outro bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, que também era Diplomata e Historiador: O Barão do Rio Branco. Claro que guardadas as devidas proporções ( já que o Barão viajou por várias partes do mundo e o biografado nunca saiu do território nacional), o Barão e o autor tem uma coisa em comum: São historiadores viajantes. O biografado gosta de café expresso e espaguetti. Coincidentemente essa era também uma das paixões de um outro brilhante diplomata brasileiro: Ítalo Zappa.

Serviço:

Fragmentos da História do Brasil

Manoel Messias Pereira Bastos

Scortecci Editora 

História

ISBN 978-85-366-6960-1

Formato 12 x 18 cm 

48 páginas

1ª edição - 2024

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