O texto fala da história de algumas tribos indígenas brasileiras, bem como a sua contribuição para a formação da civilização nacional. Descreve também o tráfico negreiro da África para o Brasil, bem como algumas de suas consequências, entre elas a formação dos quilombos. No final, o autor termina com comentários sobre a etnologia. Durante a guerra contra os holandeses, é formado o Exército regular, instituição permanente com base na hierarquia e na disciplina. São formadas também três forças auxiliares: o terço dos homens índios, o terço dos homens pretos e o terço dos homens pardos. Algumas décadas depois do fim da guerra, o terço dos homens índios é desmobilizado e seus integrantes são assentados em todo território nacional (à direita da linha de Tordesilhas). Os homens do Exército e das forças auxiliares fundam três comunidades religiosas: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pardos. Em 2 de julho de 1823, as forças auxiliares são extintas e seus membros são unificados e integrados ao Exército como Batalhão dos Negros. Essa integração ocorreu apenas no Exército. Na sociedade como um todo, o preto e o pardo continuaram separados até o final da Segunda Guerra, quando os moradores dos mucambos dos pretos receberam autorização para circular pelas cidades. Em fevereiro de 1967, todos os brasileiros, independente da cor e de qualquer autorização, puderam enfim circular livremente por todo o território brasileiro.
Significados em tupi de algumas localidades brasileiras. A formação étnica das populações brasileiras. Alguns aspectos da história geral do Brasil.
Para escrever esta obra, o autor se inspirou em outro bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, que também era Diplomata e Historiador: O Barão do Rio Branco. Claro que guardadas as devidas proporções ( já que o Barão viajou por várias partes do mundo e o biografado nunca saiu do território nacional), o Barão e o autor tem uma coisa em comum: São historiadores viajantes. O biografado gosta de café expresso e espaguetti. Coincidentemente essa era também uma das paixões de um outro brilhante diplomata brasileiro: Ítalo Zappa.
Serviço:
Fragmentos da História do Brasil
Manoel Messias Pereira Bastos
Scortecci Editora
História
ISBN 978-85-366-6960-1
Formato 12 x 18 cm
48 páginas
1ª edição - 2024
