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SENZALA / Margarete Monteiro Pinto

A senzala não ficou no passado. Ela continua nas brechas do presente: na desigualdade, no silêncio, na dor que atravessa gerações. Senzala: feridas abertas escancara a história que o Brasil tenta esquecer. Com coragem e sensibilidade, este livro dá voz a quem foi silenciado e mostra como as marcas da escravidão ainda sangram na nossa sociedade. É um convite incômodo, necessário. Porque só se cura aquilo que se tem coragem de olhar. Quantas feridas ainda carregamos da senzala? Este livro mergulha nas memórias e nas vivências que revelam como a escravidão moldou o Brasil — e como ela continua viva nas relações de poder, no racismo e na exclusão. Senzala: feridas abertas é mais que história. É resistência. É o grito de quem não quer esquecer para que o futuro possa, enfim, ser diferente. Há dores que não cicatrizam. Há histórias que insistem em ser contadas. Nas páginas de Senzala: feridas abertas, a autora costura, de forma poética e sensível, passado e presente para nos lembrar que a liberdade não apagou as marcas. Aqui, a senzala fala. E, quando ela fala, o Brasil inteiro é chamado a ouvir.


Senzala: feridas abertas pede para ser lido com coragem. A autora Margarete Monteiro Pinto inicia o livro a partir de um pé de jambo tomado por cupim que precisou ser cortado, no entanto, resistiu, frondoso. Neste livro, as paredes da senzala falam. E o que elas contam não ficou no passado. Entre memórias, silêncios e resistências, somos levados a encarar as feridas que o Brasil insiste em esconder — as da escravidão, do racismo e das desigualdades que atravessam gerações. Com uma escrita sensível e firme, a autora dá voz a quem foi calado e ilumina histórias que ainda doem. É um mergulho na nossa história para entender o presente e imaginar outros futuros possíveis.

Um livro necessário. Um livro que não o deixa igual depois da última página. As marcas não cicatrizaram. Senzala: feridas abertas atravessa o tempo para nos lembrar que a dor da senzala ainda ecoa nas ruas, nas escolas, no trabalho. É um convite para olhar de frente, escutar e não esquecer. Porque só encarando a ferida é possível pensar em cura.

O que a senzala tem a dizer sobre o Brasil de hoje? Neste livro, a autora resgata histórias, documentos e vivências para mostrar como o passado escravocrata molda ainda nossa sociedade. Senzala: feridas abertas é história, é denúncia e é resistência. Leitura essencial para quem quer compreender de verdade as raízes das desigualdades brasileiras.


Margarete Monteiro Pinto é pedagoga, psicopedagoga, pesquisadora, educadora e escritora. Dedica seus estudos às relações étnico-raciais, à memória e às resistências do povo negro no Brasil. Com Senzala: feridas abertas, une pesquisa histórica e sensibilidade literária para dar voz a histórias que foram silenciadas. Acredita que olhar para o passado é o primeiro passo para construir um futuro mais justo. É natural de Macaé (RJ) e recebeu o título de Cidadã Campista. Atua como Diretora Geral do Liceu de Humanidades de Campos, onde a resistência de um pé de jambo chamou sua atenção para um olhar sobre a senzala. Trabalhou por trinta e sete anos como pedagoga em sua cidade natal. Acredita que, através da educação, podemos transformar a sociedade.


Serviço:


Senzala

Feridas Abertas

Margarete Monteiro Pinto

Scortecci Editora

Poesia

ISBN 978-85-366-7475-9

Formato 14 x 21 cm 

52 páginas

1ª edição - 2026